Posts Taggedcargos de confiança

Uns poréns… (meus)

Período fraco de notícias. o Estadão, na verdade, publicou várias notícias a respeito da candidatura de Alckmin, Kassab e Marta no seu portal, porém, minha análise não irá compreender a mídia online. No entanto, algumas notícias veiculadas somente nos portais dos jornais trouxeram notícias relevantes para o trabalho:

  • Paulo Maluf anuncia candidatura à prefeitura de São Paulo.
  • 73% dos paulistanos acham o trânsito da capital ruim/péssimo. Entre os serviços de responsabilidade da prefeitura, é o com pior avaliação. Segundo 55% dos entrevistados a saúde é ruim/péssima. 39% desaprovam a qualidade da educação. A coleta de lixo domiciliar foi aprovada por 65%, enquanto a limpeza de vias obteve 35% de bom/ótimo. Pesquisa da Datafolha.

  • Segundo pesquisa do Ibope Marta abre vantagem de até 8 pontos para Alckmin, dependendo do cenário. De três cenários montados para a pesquisa, nos dois em que Alckmin figura na lista de candidatos, Marta Suplicy (PT) o supera com uma vantagem de oito pontos: 31% a 23% ou 35% a 27%, quando são excluídos do rol de candidatos Paulo Maluf (PP) e Luiza Erundina (PSB). Gilberto Kassab (DEM), figura com 14% num cenário e com 16% noutro. Marta tem 29% de rejeição. Alckmin 28%. Só Maluf tem mais: 55%

Eu me pergunto uma coisa: por que essa pesquisa não foi publicada nos jornais?

  • Acabou a possibilidade de Kassab ser vice de Alckmin. Para isso ele deveria se desligar da prefeitura até o dia 5.

Add comment Maio 19, 2008

Kassab assiste a debandada de tucanos em SP

5 de abril – Folha de S.Paulo

O governador de São Paulo, José Serra, até que tem se esforçado para conter debandadas na prefeitura. Mas a secretaria da Coordenação das Subprefeituras já começa a sofrer desfalques com a chegada do ano eleitoral e o risco de dissolução da aliança PSDB-DEM na capital.
Potencial candidato à prefeitura de Jandira, o tucano José Roberto Piteri foi a primeira baixa: deixou a Subprefeitura de Santana para se dedicar à campanha na cidade. Pelo menos outros quatro subprefeitos deverão seguir o mesmo caminho.
Hoje, também será oficializada no Diário Oficial a saída de Fábio Lepique da Subprefeitura de Pinheiros. Lepique foi adjunto da Casa Civil no governo Alckmin.
Dizendo que recebeu convites interessantes da iniciativa privada, Lepique atribui a decisão a “questões pessoais”. “Não tem nada a ver com política”, afirmou.
Essa não será a motivação do subpreito de Vila Prudente, Felipe Sigollo. Responsável pela agenda de Geraldo Alckmin na corrida presidencial de 2006, Sigollo tem repetido que não tem condições de ficar na prefeitura caso Alckmin e o prefeito Gilberto Kassab (DEM) concorram. À Folha, limitou-se a dizer que tem de “esperar uma decisão do partido”.
Embora também repita que submeterá sua decisão ao partido e ao prefeito, o subprefeito de Vila Maria, Antônio de Pádua Perosa, admite seu desconforto em caso de lançamento de duas candidaturas. Seu medo é ficar sob suspeição.
“Não ficaria muito à vontade”, reconheceu.
Também por isso, Perosa tirou férias à espera de uma decisão. “Só de atuar administrativamente, estaríamos ajudando o prefeito.”
A exemplo do secretário Andrea Matarazzo, o subprefeito da Mooca, Eduardo Odloak cogitou a hipótese de deixar o cargo ontem para concorrer à Câmara de Vereadores. Assim como Matarazzo, Odloak ouviu ponderações de Serra para que não se comprometa a administração da cidade. Ficou. Mas não esconde a apreensão.
“Haverá pelotões de fuzilamento. A parte que está de fora vai condenar os que estão no governo. Vai ser desconfortável”, avalia Odloak.
Além do constrangimento, quatro ex-prefeitos deverão deixar suas subprefeituras para concorrer em suas cidades: Geraldo Mantovani (Santo Amaro), Décio José Ventura (São Miguel Paulista), Lacir F. Baldusco (Mboi Mirim) e Eduardo Carlos Felippe (Guaianazes).
Pelo menos 22 dos 31 subprefeitos são da cota tucana.
Na contramão dessa revoada, Kassab trabalha para manter o PSDB no primeiro escalão. Já em meio ao clima eleitoral, acaba de nomear dois tucanos para sua equipe: no Trabalho e na Assistência Social.

Add comment Maio 17, 2008

Kassab agora controla cargos de confiança

19 de março – Folha de S.Paulo

Prefeito baixa decreto que concentra em suas mãos nomeações ou demissões desses funcionários da estrutura do município

Mudança retira poder de secretários, de subprefeitos (a maior parte do PSDB), de presidentes e de diretores de órgãos ligados à prefeitura

JOSÉ ERNESTO CREDENDIO
DA REPORTAGEM LOCAL

Às voltas com a crise pela definição da candidatura a prefeito de São Paulo da aliança PSDB-DEM, Gilberto Kassab baixou decreto que concentra em suas mãos o poder de nomear ou demitir quem ocupa os cerca de 10 mil cargos de confiança da estrutura da cidade. Além dos assessores contratados pela administração direta (secretarias), Kassab passa a controlar a nomeação de cargos de confiança nas empresas públicas e autarquias.
A mudança retira o poder do secretariado, dos subprefeitos -a maior parte do PSDB- e de presidentes e diretores de outros órgãos ligados à prefeitura, como Prodesp e SPTuris. Dois dos principais secretários do PSDB -o de Governo, Clóvis Carvalho, e o das Subprefeituras, Andrea Matarazzo-, perdem a prerrogativa de nomear dezenas de cargos.
Ao contrário de outros tucanos do secretariado que defendem de forma aberta a candidatura Kassab, como fez Alexandre Schneider (Educação) em entrevista à Folha, Carvalho e Matarazzo têm evitado falar sobre a manutenção da aliança. O decreto põe fim à política de descentralização na gestão de cargos comissionados que Kassab havia adotado em 2007, quando ainda não havia ameaça clara contra a aliança, como é hoje a pré-candidatura do ex-governador Geraldo Alckmin.
Segundo assessores próximos, o prefeito disse que pretendia centralizar nomeações para evitar “excessos” na campanha, mas o decreto soou a tucanos como recado de Kassab: quem manda no governo é ele. Com o decreto, o democrata ainda coloca os 12 vereadores tucanos contra a parede: sem estrutura e cargos da prefeitura, terão ainda mais dificuldades para a campanha eleitoral. Há ainda outro impasse na bancada do PSDB, pois parte dos vereadores teme que, sem a cabeça de chapa, o partido dificilmente conseguirá repetir o desempenho que teve na eleição de José Serra, em 2004.
Nas últimas semanas, para não melindrar um possível entendimento com Alckmin, mas sem esconder o clima ruim com alckmistas que permanecem no governo, Kassab vinha transferindo para cargos de menor relevância assessores ligados ao ex-governador. Ontem, já havia mal-estar entre subprefeitos do PSDB.
Um deles disse que Kassab fica livre para negociar cargos com partidos que poderiam se aliar ao DEM, como PMDB, PR e PP.


Colaboraram EVANDRO SPINELLI e CATIA SEABRA , da Reportagem Local

Add comment Maio 17, 2008

Kassab agora controla cargos de confiança

19 de março – Folha de S.Paulo

Prefeito baixa decreto que concentra em suas mãos nomeações ou demissões desses funcionários da estrutura do município

Mudança retira poder de secretários, de subprefeitos (a maior parte do PSDB), de presidentes e de diretores de órgãos ligados à prefeitura

JOSÉ ERNESTO CREDENDIO
DA REPORTAGEM LOCAL

Às voltas com a crise pela definição da candidatura a prefeito de São Paulo da aliança PSDB-DEM, Gilberto Kassab baixou decreto que concentra em suas mãos o poder de nomear ou demitir quem ocupa os cerca de 10 mil cargos de confiança da estrutura da cidade. Além dos assessores contratados pela administração direta (secretarias), Kassab passa a controlar a nomeação de cargos de confiança nas empresas públicas e autarquias.
A mudança retira o poder do secretariado, dos subprefeitos -a maior parte do PSDB- e de presidentes e diretores de outros órgãos ligados à prefeitura, como Prodesp e SPTuris. Dois dos principais secretários do PSDB -o de Governo, Clóvis Carvalho, e o das Subprefeituras, Andrea Matarazzo-, perdem a prerrogativa de nomear dezenas de cargos.
Ao contrário de outros tucanos do secretariado que defendem de forma aberta a candidatura Kassab, como fez Alexandre Schneider (Educação) em entrevista à Folha, Carvalho e Matarazzo têm evitado falar sobre a manutenção da aliança. O decreto põe fim à política de descentralização na gestão de cargos comissionados que Kassab havia adotado em 2007, quando ainda não havia ameaça clara contra a aliança, como é hoje a pré-candidatura do ex-governador Geraldo Alckmin.
Segundo assessores próximos, o prefeito disse que pretendia centralizar nomeações para evitar “excessos” na campanha, mas o decreto soou a tucanos como recado de Kassab: quem manda no governo é ele. Com o decreto, o democrata ainda coloca os 12 vereadores tucanos contra a parede: sem estrutura e cargos da prefeitura, terão ainda mais dificuldades para a campanha eleitoral. Há ainda outro impasse na bancada do PSDB, pois parte dos vereadores teme que, sem a cabeça de chapa, o partido dificilmente conseguirá repetir o desempenho que teve na eleição de José Serra, em 2004.
Nas últimas semanas, para não melindrar um possível entendimento com Alckmin, mas sem esconder o clima ruim com alckmistas que permanecem no governo, Kassab vinha transferindo para cargos de menor relevância assessores ligados ao ex-governador. Ontem, já havia mal-estar entre subprefeitos do PSDB.
Um deles disse que Kassab fica livre para negociar cargos com partidos que poderiam se aliar ao DEM, como PMDB, PR e PP.


Colaboraram EVANDRO SPINELLI e CATIA SEABRA , da Reportagem Local

Add comment Maio 14, 2008


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