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Olha só
Gente, como devem ter percebido, eu desisti desse blog. Desculpem, eu sei tão bem quanto vocês o quanto precisamos de uma fonte de informação mais imparcial que essa encontrada na grande impressa.
Então vou postar alguns textos sobre a campanha da Marta Suplicy que andei escrevendo, pode ser?
Add comment Setembro 26, 2008
Trégua DEM-PSDB aproxima Quércia do PT
5 de abril – Folha de S.Paulo
Líder do PMDB mira vaga ao Senado apoiado por coalizão forte, que não o incluiria se aliança entre tucanos e democratas for mantida
É aventada possibilidade de Kassab se lançar ao Senado em 2010 com o PSDB na chapa, caso prefeito de São Paulo desista da reeleição
JOSÉ ALBERTO BOMBIG
DA REPORTAGEM LOCAL
A reaproximação entre tucanos e democratas nos últimos dias em São Paulo deixou o PMDB na iminência de um acordo com o PT da ministra Marta Suplicy (Turismo).
As conversas entre peemedebistas e petistas se intensificaram nesta semana e os dois lados só aguardam um anúncio oficial da ministra e ex-prefeita de que deixará a Esplanada para definir os detalhes.
“Um entendimento entre o [Geraldo] Alckmin e o [Gilberto] Kassab dificulta uma aliança com eles, complica. Por isso, nós vamos esperar mais, até porque a Marta ainda não anunciou que é candidata”, disse ontem o ex-governador Orestes Quércia, que hoje comandará um encontro do PMDB na capital paulista.
Questionado sobre a chance de seu partido lançar uma candidatura própria, Quércia, principal líder peemedebista no Estado, disse que ela é remota: “Possivelmente, vamos compor alguma aliança. Sinto que hoje esse é o desejo dos nossos diretórios”.
“Estamos muito otimistas e as coisas estão caminhando bem para nós”, afirmou o presidente do PT paulistano, vereador José Américo Dias. Nesta semana, ganhou força no DEM e no PSDB o grupo que defende a aliança entre os dois partidos já no primeiro turno.
Dentre as possibilidades aventadas para a composição, está a de os tucanos apoiarem o democrata para o Senado em 2010 caso ele desista da reeleição. O prefeito faria dobradinha com nome do PSDB. Quércia ambiciona concorrer a uma das duas vagas de senador amparado por uma forte coligação. O PT já sinalizou ao ex-governador que está disposto a encampar seu projeto. Nesse caso, ele formaria dupla com o petista Aloizio Mercadante.
Ontem, Kassab comentou a hipótese do acordo: “As minhas energias serão canalizadas para a manutenção da aliança. A minha predisposição, a minha vontade, é de ser candidato a prefeito, mas não farei desta aspiração pessoal um imperativo para uma decisão política”.
Mesmo se a aliança tucano-democrata não sair no primeiro turno, os peemedebistas acham que Kassab e Alckmin deixarão alinhavadas as bases de um acordo no segundo turno, e ele necessariamente envolveria a vaga do Senado em 2010.
Também ontem, o secretário estadual Guilherme Afif Domingos (Emprego e Relações do Trabalho), do DEM, e o presidente do PSDB paulista, José Henrique Reis Lobo, trataram do assunto aliança.
Afif é um dos cotados para ser vice de Alckmin se Kassab abandonar seu projeto eleitoral neste ano. Em 2006, ele foi candidato ao Senado na chapa do ex-governador tucano.
O líder do DEM na Câmara Municipal, Carlos Apolinário, divulgou uma carta aberta ao governador José Serra (PSDB), de quem Kassab era vice na prefeitura até 2006, pedindo que ele trabalhe pela aliança.
No domingo passado, Serra e Alckmin se reuniram por cerca de uma hora. O ex-governador quer o empenho do Palácio dos Bandeirantes para unir os tucanos em sua campanha.
Colaboraram CATIA SEABRA e EVANDRO SPINELLI , da Reportagem Local
Add comment Maio 17, 2008
PSDB e DEM querem “reatar” no 2º turno
27 de março – Folha de S.Paulo
Partidos convocam reunião para abril em que será discutido apoio mútuo caso Alckmin ou Kassab disputem com Marta
Clima entre simpatizantes das candidaturas ficou mais acirrado após o presidente do PSDB ter dito que seria inevitável Alckmin disputar
SILVIO NAVARRO
DA SUCURSAL DE BRASÍLIA
CATIA SEABRA
DA REPORTAGEM LOCAL
Diante da constatação de que haverá duas candidaturas, o PSDB e o DEM convocaram uma reunião para oficializar o divórcio em São Paulo. A idéia é -confirmado o embate entre Geraldo Alckmin (PSDB) e Gilberto Kassab (DEM) – firmar um pacto de aliança caso um dos dois dispute eventual segundo turno contra a ministra Marta Suplicy (PT).
O encontro havia sido marcado inicialmente para a próxima segunda-feira, em São Paulo, mas, com o acirramento do clima entre kassabistas e alckmistas no meio da tarde de ontem, e para evitar o rótulo de anticrise, foi adiado para o dia 7 de abril, podendo ocorrer depois que as duas candidaturas já estiverem “colocadas”.
Além dos líderes no Congresso, terá a presença do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e do ex-presidente do DEM Jorge Bornhausen (SC).
Os dois partidos vão tentar amenizar os ânimos em São Paulo e reestruturar a oposição que, ambos admitem, perdeu força no Congresso.
A reunião foi convocada em meio a um mal-estar produzido pelas declarações do presidente nacional do PSDB, Sérgio Guerra, de que as duas candidaturas são inevitáveis. Na conversa com Guerra, o presidente do DEM, Rodrigo Maia (RJ), queixou-se, deixando evidente uma insatisfação de Kassab.
“Não podemos antecipar essa decisão. Temos obrigação de tentar até o fim, sob pena de deixar um dos candidatos insatisfeitos”, disse Maia. Irônico, acrescentou: “Afinal de contas, precisaremos do apoio de Alckmin no segundo turno”.
Almoço
Em São Paulo, a declaração exigiu uma ginástica do presidente municipal do PSDB, José Henrique Reis Lobo, que almoçou com Bornhausen e se reuniu com Kassab.
“Não sei quais as informações que o senador obteve. Mas não são as minhas. Ainda acredito na aliança”, afirmou Lobo.
Descrevendo-se como quixotesco por apostar na aliança, Lobo reconheceu que declarações como a de Guerra “atrapalham muito a negociação”.
Os democratas lembraram que havia um rito a ser cumprido. Pelo cronograma, os dois se encontrarão até o fim de abril para uma conversa conclusiva.
“Até lá, não podemos jogar a toalha”, disse Bornhausen.
Entre os tucanos kassabistas, a manifestação de Guerra foi classificada como desastrosa por institucionalizar o fim da aliança. Kassab insistiu:
“O esforço ainda existirá, principalmente da minha parte, para que possamos estar juntos no primeiro turno. A aliança é desejável”.
A tensão atingiu em cheio a direção dos partidos. Tucanos reclamaram ontem dos ataques do presidente do DEM, Rodrigo Maia, ao governador de Minas, Aécio Neves (PSDB). Do outro lado, líderes do DEM responsabilizam caciques tucanos por estimular candidaturas próprias em cidades onde seria possível manter a aliança.
Add comment Maio 17, 2008
O olho da cara – ARTIGO ELIANE CANTANHÊDE
27 de março – Folha de S.Paulo
Deveras interessante a posição do PMDB de recomendar aos governadores e dirigentes estaduais e municipais do partido alianças prioritárias com o PT e os partidos aliados ao Planalto nas eleições das prefeituras. Excelente aposta para um partido que é o mais enraizado no país, tem sete governadores, as maiores bancadas parlamentares, uma marca ainda hoje identificada com as velhas boas causas e… nenhuma perspectiva de subir a rampa do Planalto.
Antes, pendurava-se no PSDB. Agora, pendura-se no PT. Ou melhor, em Lula, na sua enorme popularidade e nas suas boas perspectivas -reais, apesar de ainda não registrada pelas pesquisas- de fazer o sucessor em 2010.
É assim que o PMDB se eterniza no poder, pegando carona não nas vitórias de um outro partido, mas sim na gangorra entre PSDB e PT. E com destaque. Vide o Pará, onde quem se elegeu foi a petista Ana Júlia, mas as informações que vêm de lá dizem que quem manda é o peemedebista Jader Barbalho. Vide São Paulo, onde a candidata será a petista Marta Suplicy, à beira de ceder à conveniência pragmática de uma aliança com Orestes Quércia.
E na Bahia? O PT fez bonito. Venceu as eleições para o governo do Estado nos últimos minutos e chegou ao Palácio de Ondina com o baiano-carioca Jaques Wagner.
Mas tudo indica que o grande beneficiário do ocaso do carlismo não será exatamente o PT, e, sim, o PMDB de Geddel Vieira Lima -o mais tucano dos peemedebistas no governo FHC, o mais petista dos peemedebistas no governo Lula. E ministro da Integração Nacional.
Atenção Ricardo Berzoini, contrário à aliança PT-PSDB em Minas: o poder tem custado caro a tucanos e petistas, mas o que custa o olho da cara é a disputa cruenta entre ambos. PT, PMDB e DEM (que tem lado) perdem. O PMDB, que vai para onde o vento sopra, se dá bem.
E como!
Add comment Maio 17, 2008
Rivais vêem Alckmin sem discurso
23 de março – Estadão
Avaliação é de que tucano não poderá se apresentar ao eleitorado nem como situação nem como oposição
Antes de iniciada a campanha para eleger o futuro prefeito de São Paulo, o favoritismo está com o ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB), lembrado por ter sido governador e candidato presidencial. Mas esse favoritismo estará à prova: ele não será situação, condição encarnada pelo atual prefeito Gilberto Kassab (DEM), nem oposição, bandeira clara do PT e de sua provável candidata Marta Suplicy. O debate em torno de programas e realizações se dará entre Kassab e seu rival petista; será difícil para Alckmin, que até agora não apresentou idéias, inserir-se nele. E as críticas virão de todo lado.
“Alckmin terá um problema sério de posicionamento na campanha”, opina o vereador José Américo, presidente municipal do PT, “porque não será nem situação nem oposição.” Aliados de Kassab concordam. E dizem que a candidatura de Alckmin não é “natural” e será vista pelo eleitorado como “uma tentativa personalista” de retomar a carreira política.
Kassab e o PT já listam temas de campanha e realizações que pretendem exibir ao eleitorado. O prefeito vai realçar suas qualidades de administrador e sua relação de lealdade com o governador José Serra. Vai falar da construção de 104 postos da Assistência Médica Ambulatorial (AMAs), de 25 CEUs (ante 21 da gestão Marta), do aperfeiçoamento do bilhete único e do aumento real para os professores e servidores da saúde.
O PT vai atacar em três áreas que domina bem: transporte (para dizer que o sistema da gestão Marta era mais veloz e barato); educação (rememorando o projeto original dos CEUs e criticando o atual modelo); e os projetos sociais (com reedição do Renda Mínima e do Bolsa Aluguel). A idéia é forçar a polarização com Kassab.
Alckmin, até aqui, falou pouco de seus possíveis planos. O deputado Edson Aparecido, seu fiel seguidor, informou que um deles será dotar São Paulo de mecanismos para enfrentar os problemas comuns às megacidades.
Os adversários dizem que Alckmin deverá ter dificuldades para dar velocidade e consistência a sua campanha. Não poderá criticar e não deverá elogiar a atual gestão. Já as críticas do PT serão dirigidas à administração Kassab, que, por sua vez, se defenderá rebatendo-as. Esse aspecto, afirmam os dois lados, poderá produzir um fator de polarização entre Kassab e o candidato petista, excluindo Alckmin do debate.
Os dois adversários registram o que rotulam como índices magros de Alckmin. Quando deixou o governo estadual, em abril de 2006, ele tinha uma avaliação de 66% de ótimo e bom, segundo o Datafolha. Depois, foi candidato presidencial e chegou ao segundo turno. Na última pesquisa do instituto, em fevereiro deste ano, sua preferência de voto marcou a taxa de 29%.
Add comment Maio 17, 2008
Ato pró-Alckmin abre nova queda-de-braço no PSDB
24 de março – Folha de S.Paulo
Apoiadores do ex-governador planejam um manifesto pela candidatura própria
Grupo que defende aliança com Kassab avalia que ato atrapalha diálogo com DEM e deve favorecer estratégia da ministra Marta Suplicy
Raimundo Paccó/Folha Imagem![]() |
D. Odilo Scherer e Gilberto Kassab em missa na catedral da Sé |
DA REPORTAGEM LOCAL
O PSDB paulistano deverá viver nesta semana um dos momentos mais intensos da queda-de-braço entre os favoráveis à candidatura de Geraldo Alckmin a prefeito de São Paulo e o grupo que defende o apoio à reeleição do democrata Gilberto Kassab.
O clima nos bastidores é tão tenso que um ato programado para quinta-feira à noite deverá se chamar “Tucanos Pró-São Paulo e Pela Paz na Política”.
Hoje, os tucanos favoráveis a Alckmin iniciam a coleta de assinaturas pela candidatura própria nos 52 diretórios zonais da capital com objetivo de apresentá-las durante o evento.
O ex-governador, em conversas recentes, avaliou que, no limite, aceitaria as prévias como forma de definir a situação. Antes, no entanto, quer “ouvir as bases do partido na capital”.
Reservadamente, o grupo pró-Kassab afirma que “utilizará seu peso político” para tentar evitar que o ato se transforme no lançamento da pré-candidatura de Alckmin pelas bases do partido. Eles alegam que um gesto dessa natureza “dinamitaria todas as pontes de diálogo” com o DEM e anteciparia a eleição, favorecendo a ministra Marta Suplicy (Turismo), nome mais forte do PT.
Na administração municipal de São Paulo desde 2005, quando o hoje governador José Serra, de quem Kassab era vice, assumiu, os tucanos controlam cerca de 300 cargos de confiança entre primeiro e segundo escalões, boa parte deles ligada às subprefeituras da capital.
Outra frente na qual Alckmin está em desvantagem é a atual bancada de vereadores, que, na semana passada, divulgou carta em apoio à manutenção da aliança com Kassab.
O líder da bancada -de 12 vereadores- na Câmara Municipal, Gilberto Natalini, assinou o documento e deverá participar do ato como militante tucano.
Kassab
Na semana em que o grupo pró-Alckmin promete uma demonstração de força, Kassab afirmou ontem pela manhã que ainda acredita na aliança entre tucanos e democratas, mas ressalvou que sonha em encabeçar a chapa.
“No momento certo, democratas e tucanos saberão avaliar a hipótese de continuarmos aliados, dentro do possível, já no primeiro turno”, afirmou ele, após ter participado da celebração da missa de Páscoa na catedral da Sé, onde pediu “paz” ao povo paulistano.
(JOSÉ ALBERTO BOMBIG)
Add comment Maio 17, 2008
Marta volta? – ARTIGO – Dimenstein
17 de março – Folha de S.Paulo
Marta volta?
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Se sair mesmo candidata à Prefeitura de São Paulo, como indicam as articulações de bastidores, Marta Suplicy já está com um pé no segundo turno o que revela como sua gestão conseguiu deixar uma sólida lembrança no eleitorado, especialmente o mais pobre. Com base nesse apoio, seus defensores estão articulando a campanha “Marta, volta”.
Hoje ela tem uma experiência administrativa municipal e federal, o que não existia quando venceu a eleição para a prefeitura. Possivelmente, a derrota que sofreu, na disputa à reeleição, deve tê-la ensinado algo sobre como fazer alianças, lidar com as adversidades e manter o equilíbrio emocional para governar uma cidade com a complexidade de São Paulo.
Em poucas palavras, é uma candidata eleitoralmente forte, acrescida de uma vivência administrativa local que pode até ajudar a enriquecer, com soluções concretas, o debate eleitoral.
O grande mistério é saber se Marta, caso eleita, volta mesmo. Seu grande projeto, sabido por todos, é suceder Lula ou tentar o governo de São Paulo. Uma vitória municipal levará seu nome a circular na disputa estadual ou, quem sabe, federal. Vai resistir?
Talvez não queira resistir. Mas existirá espaço para ela repetir o trampolim de José Serra? Afinal, nessa eleição haverá ainda mais cobrança para que não se eleja um prefeito com mandato-tampão. A cidade está cada vez mais mobilizada a atenta. O caos do trânsito, transmitindo a sensação de risco de colapso, à espera de alguém capaz de articular soluções complexas.
O fato é que, nesse pleito, com tantos nomes fortes, os principais deles com ampla experiência administrativa como Alckmin e Kassab, um candidato que não transmita a certeza de que a prefeitura não é um trampolim terá dificuldades sérias nas urnas.
Se Marta quiser mesmo se eleger, terá de ser bem convincente de que deseja, de fato, voltar à prefeitura.
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Gilberto Dimenstein, 48, é membro do Conselho Editorial da Folha e criador da ONG Cidade Escola Aprendiz. Coordena o site de jornalismo comunitário da Folha. Escreve para a Folha Online às segundas-feiras. |
Add comment Maio 17, 2008
PT vai mirar trânsito para atacar prefeito
17 de março – Folha de S.Paulo
O PT vai explorar os problemas no trânsito de São Paulo para tentar enfraquecer ainda mais a aliança tucano-democrata que governa o Estado e a sua capital.
Mesmo sem ter a ministra Marta Suplicy na pré-campanha, já que ela ainda não anunciou oficialmente a intenção de disputar a prefeitura, o partido já prepara seu discurso na área.
“Vamos mostrar que o que foi prometido por José Serra para melhorar o trânsito na capital não foi cumprido”, diz o vereador João Antônio.
O plano de governo do tucano, de quem o atual prefeito Gilberto Kassab (DEM), era vice, prometia, entre outras coisas, mudar a política de carga e descarga de veículos e aumentar investimentos na sinalização.
“O trânsito e o transporte eram marcas fortes da administração Marta [200-2004]. É natural que a gente queira mostrar isso para a população”, diz Antonio Donato, secretário de comunicação do PT paulista.
A estratégia de eleger o setor como “abre-alas” da campanha também tem por objetivo criticar o ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB), outro pré-candidato.
“Os tucanos foram os que menos construíram linhas de metrô e já governam o Estado desde 1995. Além disso, fazem parte da administração do Kassab”, diz Donato.
Semana passada, o prefeito, que já disse ter a intenção de disputar a reeleição, lançou um pacote de medidas na tentativa de reduzir os problemas na área.
Nos próximos dias, o PT começará a trabalhar no plano de governo de ministra Marta. (JAB)
Add comment Maio 14, 2008
Petistas dão início à campanha em SP com “volta Marta”
16 de março – Folha de S.Paulo
Mesmo sem a presença da ministra Marta Suplicy (Turismo), o PT paulista deu a largada ontem à campanha pela Prefeitura de São Paulo.
Em seminário do Diretório Estadual, no centro da capital, foram distribuídos adesivos pedindo “volta Marta”, assinados por um sindicato, e realizados debates que tiveram como alvo as gestões tucanas e democratas.
O apoio à candidatura da ministra e ex-prefeita (2000-2004) veio até de antigos adversários em prévias, como o senador Aloizio Mercadante. “Ela fez uma boa administração em São Paulo e o segundo governo Lula tem muito mais coisas para mostrar. A parceria entre o presidente e a cidade pode avançar mais com a Marta.”
A ministra participaria dos debates, mas desistiu em cima da hora. Segundo sua assessoria, ela tinha compromissos pessoais na capital.
Na quinta-feira, Marta se reuniu com Lula e recebeu o aval para concorrer novamente à prefeitura. Ela agora negocia uma data para deixar o Ministério do Turismo.
Add comment Maio 14, 2008
Diretórios do PT em São Paulo já falam de ministra como candidata à prefeitura
15 de março – Folha de S.Paulo
Mesmo antes da divulgação oficial de que a ministra Marta Suplicy (Turismo) será a candidata à Prefeitura de São Paulo, a maior parte da militância do PT na cidade apóia seu nome e se movimenta pensando na entrada dela na disputa.
Enquete da Folha com presidentes dos 36 diretórios zonais do PT mostra que 26 apoiaram o nome de Marta e disseram que, ao oficializar a candidatura, ela deve ser unanimidade.
Os demais não quiseram falar sobre o assunto antes da definição oficial ou disseram que a candidatura ainda precisa ser discutida. Porém, ninguém declarou voto a outro petista.
A ministra foi definida como “o nome da periferia” por alguns. Outro ponto destacado foi a intenção de “comparar” em cada região a gestão de Marta com a anterior. “A contraposição entre o governo da Marta e governo Serra(PMDB)/Kassab(DEM) é um posicionamento importante, principalmente na periferia”, disse Roberto Vitorino, da Capela do Socorro, na zona sul.
“É a candidata número um, sem concorrente”, decretou, José Domingos de Araújo Filho, de São Mateus (zona leste).
(FERNANDO BARROS DE MELLO)
Add comment Maio 14, 2008

