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Apesar das AMAs, saúde ainda recebe avaliação ruim de 53%
6 de julho – Folha de S.Paulo
Enquanto os principais candidatos à prefeitura disputam a paternidade das unidades de AMA (Assistência Médica Ambulatorial), o sistema municipal de saúde é apontado como ruim ou péssimo por 53% dos moradores de São Paulo.
Segundo pesquisa Datafolha, apenas 16% dos moradores da cidade consideram o sistema de saúde ótimo ou bom. Para 26%, ele é regular.
A saúde tem pior avaliação no centro da cidade, onde é classificada como péssima ou ruim por 58% dos moradores. Na zona norte, o índice de rejeição ao serviço de saúde é de 56%. Na zona leste, é 54%.
A taxa de reprovação só fica abaixo da média na zona sul (49%) e na oeste (51%).
O sistema de conservação de asfalto é considerado ruim/ péssimo para 43% dos entrevistados, tendo a pior avaliação (54%) entre os entrevistados com renda familiar superior a dez salários mínimos mensais.
O serviço só é ótimo/bom para 21% dos entrevistados.
Com 62% de aprovação, a coleta de lixo domiciliar é o serviço mais bem avaliado da prefeitura, sendo considerado ruim/ péssimo por 10%. Já o serviço de limpeza de ruas é ótimo/ bom para 30% e reprovado por outros 29%.
Add comment Julho 6, 2008
Aprovação à gestão Kassab cai 6 pontos e reprovação sobe 6
6 de julho – Folha de S.Paulo
De maio até hoje, a nota média do governo democrata passou de 5,7 para 5,3; índice de ruim ou péssimo foi de 20% para 26%
Segundo pesquisa, trânsito ainda é considerado o pior de dez serviços a cargo da prefeitura, sendo avaliado como ruim/péssimo por 77%
Após atingir índice recorde em maio, a aprovação do governo Kassab sofreu uma queda de seis pontos percentuais em 50 dias. Segundo o Datafolha, caiu de 39% para 33% o percentual de entrevistados que classificam como ótimo ou bom o desempenho do prefeito Gilberto Kassab (DEM).
Como a avaliação regular se manteve nos 38%, a taxa de rejeição à administração Kassab cresceu seis pontos no mesmo período. No dia 15 de maio, apenas 20% dos entrevistados apontaram o governo Kassab como ruim ou péssimo. Hoje, esse índice chegou a 26%.
O índice de aprovação ao governo Kassab sofreu redução de dez pontos entre os eleitores com nível de escolaridade fundamental. Nesse segmento, baixou de 40% para 30%.
O nível de rejeição ao governo Kassab saltou 12 pontos percentuais entre os eleitores com renda familiar mensal inferior a dois salários mínimos. Em maio, o índice dos que consideravam o governo ruim ou péssimo era de 20%. Hoje, é de 32%.
Nesse estrato, o nível de aprovação caiu sete pontos. A avaliação do governo Kassab também amargou queda de sete pontos entre os eleitores com renda familiar mensal de dois a cinco mínimos.
Entre aqueles com renda de cinco a dez mínimos, o baque no índice de aprovação foi de 8 pontos, transferidos para a categoria regular.
Ainda segundo o Datafolha, o maior índice de rejeição está na zona norte: 30%. E sua melhor avaliação -39% de ótimo/bom – está na zona oeste.
De maio para cá, a nota média do governo Kassab passou de 5,7 para 5,3.
Segundo o Datafolha, o trânsito ainda é considerado o pior de dez serviços a cargo da prefeitura, sendo ruim/péssimo para 77% dos entrevistados. Em março, o índice de reprovação atingiu seu recorde: 87%.
Hoje, apenas 6% dos moradores de São Paulo apontam o serviço como ótimo/bom.
O sistema de transportes coletivos é reprovado por 49% dos moradores de São Paulo. Apenas 22% avaliam o serviço como ótimo/bom.
Ainda de acordo com a pesquisa, o sistema educacional é ruim ou péssimo para 42% dos moradores da cidade, enquanto 19% afirmam ser bom/ótimo.
Add comment Julho 6, 2008
Cai vantagem de PSDB sobre PT no 2º turno
6 de julho – Folha de S.Paulo
O ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) e a ex-prefeita Marta Suplicy (PT) estariam tecnicamente empatados num eventual segundo turno, se as eleições fossem hoje.
Segundo o Datafolha, caiu de dez para cinco pontos a vantagem de Alckmin sobre Marta. E, na hipótese de um segundo turno entre os dois, Alckmin obteria hoje 50% dos votos contra 45% dela.
Na pesquisa anterior -do dia 15 de maio-, Alckmin tinha 52% contra 42% de Marta Suplicy.
Segundo o Datafolha, Alckmin herdaria 78% dos eleitores de Kassab e Marta, 19%. O tucano contaria com 60% dos eleitores de Paulo Maluf (PP), enquanto Marta teria 30%.
Num confronto contra o prefeito Gilberto Kassab (DEM), Alckmin venceria com 34 pontos de vantagem: 59% a 25%.
Num segundo turno contra Kassab, Marta derrotaria o prefeito por 55% a 36%. Em comparação à pesquisa anterior, a vantagem de Marta subiu de dez para 19 pontos.
Nesse cenário, Kassab herdaria 56% dos eleitores de Alckmin. Marta, 33%.
Embora tenha assumido a liderança da pesquisa, Marta enfrenta 30% de rejeição. Ela esbarra em maior resistência entre os eleitores com nível de escolaridade superior (42%) e com renda familiar superior a dez mínimos (40%).
Kassab também enfrenta 30% de rejeição, enquanto apenas 18% disseram que não votariam em Alckmin de jeito algum.
Já Paulo Maluf (PP) amarga 55% de rejeição.
Ainda segundo o Datafolha, 63% dos eleitores afirmam que o governador José Serra (PSDB) deveria apoiar a candidatura de Alckmin. Apenas 24% disseram que deveria declarar apoio a Kassab, que foi seu vice. Outros 6% disseram que não deveria apoiar candidato nenhum.
Add comment Julho 6, 2008
Com 38%, Marta lidera em São Paulo; Alckmin tem 31%
6 de julho – Folha de S.Paulo
No início oficial da campanha, Kassab (13%) está em empate técnico com Maluf (8%)
Petista tem desempenho melhor, com 44%, entre os eleitores com renda de até dois salários mínimos, e pior entre mais ricos (23%)
A ex-ministra Marta Suplicy (PT) larga na frente da disputa em São Paulo, segundo o Datafolha. Com 38% das intenções de voto, Marta lidera a campanha pela prefeitura, que começa oficialmente hoje. Ela é seguida pelo ex-governador tucano Geraldo Alckmin (31%).
Em terceiro lugar -e 18 pontos atrás de Alckmin- está o prefeito Gilberto Kassab (DEM), com 13% da preferência. O ex-prefeito Paulo Maluf (PP) tem 8%. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos.
Para a pesquisa, a primeira após a oficialização das candidaturas, o Datafolha ouviu 1.085 moradores de São Paulo entre os dias 3 e 4 de julho.
“A corrida começa com a polarização entre o PT e o PSDB”, avalia o diretor de pesquisa do Datafolha, Alessandro Janoni.
Para Janoni, o levantamento reflete “o balanço que o eleitor fez do processo de composição das candidaturas”.
Depois da costura da aliança do bloco PC do B/ PSB/ PDT com o PT, não é possível comparar a pesquisa atual às anteriores, que apresentavam candidaturas desses três partidos.
Realizada no dia 15 de maio, antes da cristalização do quadro eleitoral, pesquisa Datafolha registrava um empate técnico entre Marta e Alckmin. Num cenário bem parecido com o de hoje -sem a participação da ex-prefeita Luiza Erundina (PSB)-, a petista tinha 32%, e o tucano, 28%.
Cinqüenta dias depois, Marta registra sete pontos à frente de Alckmin e alcança 25 de vantagem sobre Kassab. Ela apresenta seu melhor desempenho (44%) entre quem tem renda familiar mensal de até dois salários mínimos. Na faixa, Alckmin tem 27% e Kassab, 11%.
O tucano tem melhor performance (34%) entre quem tem renda de dois a cinco mínimos -índice muito próximo daqueles que ganham mais de dez salários (33%). Entre os mais ricos, Kassab tem 24% e Marta, 23%. Não é à toa que ela tem acenado para a classe média. E, assim que deixou o governo, fez questão de priorizar a zona norte, onde, depois do centro, tem seu pior desempenho.
O atual prefeito de São Paulo, por sua vez, intensificou agenda de inaugurações nas zonas leste e sul. Ao lado do governador José Serra, por exemplo, lançou obras em Guarapiranga.
Sem autorização para participar de inaugurações a partir de agora, Kassab fará vistorias de obras e serviços na região.
A zona sul é o maior reduto eleitoral de Marta. Lá, ela conta com 44% das intenções, mais do que a soma de Alckmin (27%) e Kassab (12%): 39%.
Na zona leste, a mais populosa, Marta tem 38%, contra 29% de Alckmin. Kassab tem 15%.
Desde que decidiu concorrer, Alckmin se lançou numa investida sobre a zona leste, participando de missas e reuniões comunitárias na região. Seu desafio é conquistar os segmentos de mais baixa renda.
A petista tem melhor desempenho entre os que usam lotação, vans e microônibus: 47% contra 28% de Alckmin. Kassab tem 9% desse estrato.
Entre os usuários de moto, Marta tem 45% e Alckmin, 23%, dez pontos a mais que Kassab. Entre os que utilizam ônibus, Marta registra 41%. Alckmin, 31% e Kassab, 11%.
A petista e o tucano estão empatados, com 33%, entre os usuários de carro. Nesse estrato, Kassab chega a 19%.
Alckmin é o maior beneficiário dos que aprovam a gestão Kassab: 39% dos que classificam o governo como ótimo e bom declaram voto no tucano, enquanto 31% afirmam votar em Kassab e 21% em Marta. Ela conta com a preferência de 53% dos que classificam o governo de ruim e péssimo.
Add comment Julho 6, 2008
Marta amplia vantagem e vai a 38%
6 de julho – Estadão
Datafolha reafirma, no início da campanha, polarização entre ex-prefeita e o rival direto, Geraldo Alckmin
Na largada de uma campanha eleitoral que vai durar 92 dias, a ex-ministra Marta Suplicy (PT) começa liderando a disputa com 38% de intenções de votos, sete pontos à frente de Geraldo Alckmin (PSDB), que tem 31%, segundo pesquisa do Instituto Datafolha divulgada ontem. O prefeito Gilberto Kassab (DEM) vem 18 pontos atrás do tucano, com 13%, e Paulo Maluf (PP) é o quarto, com 8%. O Datafolha ouviu 1.085 pessoas nos dias 3 e 4, e a margem de erro é de 3 pontos percentuais – para mais ou para menos.
A duas semanas do início da campanha por rádio e televisão, os números mantêm, e intensificam, a polarização entre Marta e Alckmin já verificada nas pesquisas estimuladas do mesmo instituto em março e maio. Longe deles, atrás do ex-prefeito Paulo Maluf , vem a candidata do PPS, Soninha Francine, com 1%. Outros 8% dos consultados responderam em branco, nulo ou não sabem. Mencionados na lista estimulada, ficaram no zero os candidatos Levi Fidelix (PRTB), Ciro Moura (PTC), Ivan Valente (PSOL) e Renato Reichman (PMN).
A comparação do novo resultado com os anteriores não é possível, visto que desta vez as alianças partidárias já estão definidas e e o fato mais expressivo, no caso, foi a adesão de três partidos de esquerda – PSB, PDT e PC do B – à candidatura petista. O avanço da ex-prefeita reflete, ao que tudo indica, a confirmação dessa aliança e a saída de cena dos eventuais candidatos daqueles partidos. Nas pesquisas anteriores, embora liderando a corrida, Marta estava tecnicamente empatada com seu rival tucano Geraldo Alckmin. Na pesquisa de 15 de maio, ela tinha 30%, Alckmin 29% e Kassab 15%. Esses números constituíam praticamente uma repetição da anterior, do final de março, quando os três principais nomes da disputa tiveram, respectivamente, 29%, 28% e 13%.
Na pesquisa com respostas espontâneas, as proporções praticamente não se alteram. O nome da candidata petista continua na frente com 19% de preferências, oito pontos à frente do candidato tucano, que tem 11%, e onze pontos de vantagem sobre o prefeito, que tem 8%.
SEGUNDO TURNO
Esse avanço de sete pontos da ex-prefeita, em 50 dias, alterou também o cenário de um eventual segundo turno. Segundo o Datafolha, caiu de 10 para 5 pontos a vantagem de Alckmin num embate direto com Marta – que agora é de 50% a 45% (os números de maio davam vitória ao tucano por 52% a 42%). Contra Kassab, Marta vence hoje por 55% a 36% e Alckmin também derrota o prefeito por 59% a 25%. Nos cálculos do Datafolha, nesse segundo turno Alckmin receberia 78% dos votos dados a Kassab, ficando 19% para Marta.
REJEIÇÃO
Outro dado importante da pesquisa, o índice de rejeição dos candidatos, continua favorável a Alckmin, mas em menor escala. Disseram na pesquisa que não votam em Marta de forma nenhuma 30% dos consultados – o mesmo índice do prefeito Kassab. Alckmin tem rejeição de apenas 18% dos eleitores. Disparado, nessa tabela, continua o candidato do PP, Paulo Maluf, com 55% de eleitores afirmando que não votariam nele.
As tabelas comparativas continuam apontando como grande celeiro de votos da petista os eleitores que ganham até dois salários mínimos. Nessa faixa, ela alcança 44% das intenções – mais que a soma dos 27% dados a Alckmin com os 11% de Kassab. Em compensação, o tucano vence com bons índices nas faixas de dois a cinco mínimos (34%) e de cinco a dez mínimos (33%).
Na distribuição geográfica dos votos, o quadro não é diferente de sondagens anteriores. O tucano é forte nas zonas Centro e Norte, onde tem vantagens acima de 10 pontos sobre a petista. Esta, por sua vez, lidera com iguais vantagens nas zonas Leste, Oeste e Sul.
No momento em que o trânsito aparece como um dos grandes problemas da cidade, a pesquisa mostra um dado curioso: entre eleitores que usam carro, Marta e Alckmin aparecem empatados com 33% das intenções, contra 19% de Kassab.
Add comment Julho 6, 2008
DATAFOLHA – 18 DE MAIO
É chocante ver a quantidade de votos que Alckmin e Marta tem nas diferentes regiões de São Paulo. Nas zonas mais nobres – Norte e Oeste – Alckmin ganha disparado. Na zona Norte ele tem 24 pontos a mais!
Já nas zonas Leste e Sul, mais carentes, Marta está na frente. Na zona Leste ela chega a ter 10 pontos a mais do que Alckmin.
Com isso vemos a cizão entre o PT e o PSDB nas diferentes regiões da cidade, assim como foi com Lula, que tinha muitos votos nas regiões mais pobres do país e chegou a perder nos estados mais ricos.
Essa eleição representa o conflito de interesses entre as pessoas mais pobres, que dependem do Estado nas suas carências, e os mais ricos. É praticamente uma luta de classes, essa eleição!
Add comment Maio 31, 2008
Petista tem 30% e tucano, 29%; Kassab aparece com 15% das intenções de voto
18 de maio – Folha de S.Paulo
Empatados, Marta e Alckmin lideram disputa em São Paulo
Três primeiros colocados têm oscilação para cima em relação à pesquisa anterior; prefeito não tira votos da ministra e do ex-governador
CATIA SEABRA
DA REPORTAGEM LOCAL
A menos de cinco meses das eleições, mantém-se estável o quadro eleitoral na cidade de São Paulo, diz o Datafolha. Segundo a pesquisa -realizada no dia 15-, a ministra Marta Suplicy (PT) e o ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) continuam tecnicamente empatados na liderança da corrida pela prefeitura. Marta tem 30%. Alckmin, 29%.
Com 15%, o prefeito Gilberto Kassab (DEM) permanece isolado na terceira colocação. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos.
Tanto Marta como Alckmin apresentam oscilação positiva de um ponto em comparação à pesquisa anterior, realizada nos dias 25 e 26 de março.
Antes com 13%, Kassab teve variação de dois pontos. Para o diretor-geral do Datafolha, Mauro Paulino, a evolução das pesquisas registra uma trajetória ascendente de Kassab, que, em fevereiro, contava com 12%.
“Mesmo dentro da margem de erro, Kassab vem numa linha ascendente”, diz.
Paulino ressalta, porém, que “seria significativo se Kassab tivesse tirado votos de Alckmin e Marta”, que, hoje, estariam no segundo turno.
“Kassab está tirando votos dos que estão abaixo dele. Não de Alckmin nem de Marta”, declara Paulino.
Segundo a pesquisa, o ex-prefeito Paulo Maluf (PP) se manteve com 8%. Luiza Erundina (PSB) oscilou de 7% para 5%, o menor percentual obtido por ela na série de pesquisas.
Há dez dias, Erundina admitiu a possibilidade de desistir para ocupar a vice de Marta.
No cenário em que o nome de Erundina é excluído, Marta atinge 32% contra 28% de Alckmin. É nessa simulação que Marta alcança maior vantagem sobre Alckmin, mas não o suficiente para sair do empate. Kassab, por sua vez, conta com 16%. Maluf, com 9%.
A pesquisa mostra que Marta seria a maior beneficiária da saída de Erundina, herdando 28% de seu eleitorado. Segundo o Datafolha, 17% dos eleitores de Erundina migrariam para Alckmin, 11% para Kassab e 9% para Maluf. Apenas 7% responderam que votariam em Aldo Rebelo (PC do B), outra opção do bloquinho (PSB, PC do B e PDT) para a sucessão.
O quadro -com Marta e Alckmin na liderança e Kassab na terceira colocação- se repete nos cinco cenários apresentados. Sem Maluf, Marta e Alckmin têm 30% cada um. Kassab, 18%. Erundina, 6%.
Alckmin é o maior herdeiro dos eleitores de Maluf: 36%. Kassab teria 20% do eleitorado de Maluf. Marta, 12%.
No cenário sem Erundina e sem Maluf, Marta obtém 33% e Alckmin 32%. Kassab conta com 17%.
Em comparação à pesquisa anterior, Marta subiu nove pontos entre os eleitores com renda familiar de até dois salários mínimos, atingindo 41%. Nesse estrato, Alckmin caiu quatro pontos e conta com 21%.
Já no segmento com renda superior a dez mínimos, Alckmin ganhou 13 pontos. Tem 41%. Marta sofreu queda de 13 e está com 11%.
Alckmin lidera -com 41%- entre aqueles com nível de escolaridade superior. Marta tem 16%. Com 34%, Marta está na frente entre os eleitores com nível fundamental. Alckmin tem 23% nessa faixa.
O empate entre os dois só é registrado no centro, onde Marta tem 29%, e Alckmin, 26%. O tucano lidera nas zonas norte (41% contra 17%) e oeste (37% a 20%). Marta, por sua vez, tem dez pontos de vantagem sobre Alckmin nas zonas sul (38% a 28%) e leste (32% a 22%). O Datafolha ouviu 1.087 moradores.
Add comment Maio 31, 2008
Tucano está 10 pontos à frente de petista na disputa do 2º turno
Se as eleições fossem agora, Alckmin herdaria, numa eventual disputa final com Marta, 67% dos eleitores do democrata Kassab
Marta tem 31% de rejeição, quase o dobro do índice do tucano (16%); citado em investigação da PF, Paulinho vê rejeição subir 12 pontos
DA REPORTAGEM LOCAL
O ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) derrotaria, com dez pontos de vantagem, a ministra Marta Suplicy (PT) num eventual segundo turno, se as eleições fossem hoje. Segundo o Datafolha, Alckmin venceria Marta por 52% a 42%.
Num segundo turno contra Marta, Alckmin herdaria 67% dos eleitores do prefeito Gilberto Kassab (DEM).
A pesquisa mostra ainda uma redução da vantagem de Marta sobre Kassab em comparação à pesquisa anterior (25 e 26 de março). Num eventual segundo turno, Marta teria 51%, dez pontos à frente de Kassab (41%). Em março, essa diferença chegou a 16 pontos. Nesse cenário, Kassab contaria com 55% dos eleitores de Alckmin.
Num segundo turno contra Kassab, Alckmin venceria por 58% a 31%. O tucano obteria 55% dos votos de Marta.
Rejeição
Ainda segundo o Datafolha, o ex-prefeito Paulo Maluf (PP) é o pré-candidato que sofre maior rejeição: 53%.
Marta, por sua vez, esbarra em 31% de rejeição, quase o dobro do índice enfrentado pelo principal adversário, Geraldo Alckmin: 16%. Kassab tem 27% de rejeição, apenas quatro pontos atrás da petista.
Num quadro sem mudanças, foi o deputado Paulo Pereira da Silva (PDT), o Paulinho da Força, quem sofreu maior variação. Sua taxa de rejeição dobrou, de 12% para 24%. Paulinho é citado em investigação da Polícia Federal sobre supostas irregularidades no BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social).
Datafolha ouviu 1.087 pessoas; margem de erro é de 3 pontos
A pesquisa do Datafolha é um levantamento por amostragem estratificada por sexo e idade. Nesta pesquisa, realizada no dia 15 de maio de 2008 no município de São Paulo, foram feitas 1.087 entrevistas com margem de erro máxima de três pontos percentuais para mais ou para menos. Esta pesquisa está registrada no TRE com o número 00700108-SPPE.
Add comment Maio 31, 2008
Marta amplia vantagem e lidera consulta espontânea com 18%; Kassab vai a 13%
18 de maio – Folha de S.Paulo
A ministra do Turismo, Marta Suplicy (PT), mostra tendência de crescimento e lidera a consulta espontânea para a Prefeitura de São Paulo. Segundo pesquisa Datafolha, Marta atinge 18% na espontânea, quando o eleitor declara seu candidato antes da apresentação dos diferentes cenários.
São três pontos a mais do que o percentual obtido em março. Como em fevereiro ela contava com 10% da intenção de voto espontânea, Marta registrou um crescimento de oito pontos em apenas três meses.
O prefeito Gilberto Kassab (DEM) -que, no fim do ano passado, chegou a apresentar vantagem de três pontos sobre Marta- tem 13% e está tecnicamente empatado com o ex-governador tucano Geraldo Alckmin (9%).
Segundo o diretor-geral do Datafolha, Mauro Paulino, esses números apontam para a consolidação do eleitorado da petista. “Marta tem um voto cristalizado: 18% demonstram convicção”. Segundo o Datafolha, 37% responderam que não sabem em quem votar.
Na consulta espontânea, Marta tem seu melhor desempenho -23%- entre os eleitores com faixa de 45 a 59 anos. Nesse segmento, Kassab tem 16%. A situação se inverte entre os eleitores com mais de 60 anos. Nesse estrato, Kassab tem 21%. Marta, 10%.
Marta tem 21% entre os eleitores de 35 a 44 anos. Kassab, apenas 10%. Alckmin conta com 12% nesse segmento.
Entre os eleitores de 16 a 24 anos, Marta tem 14%, Kassab, 9%, e Alckmin, 6%.
A pesquisa mostra que o principal reduto de Marta é a zona sul da cidade, onde ela atinge 25% das menções espontâneas. Com eleitorado bem parecido, Kassab tem 10%, e Alckmin, 9% nessa região.
Na zona leste, Marta e Kassab ficam tecnicamente empatados. Ela, com 18%, e ele com 15%. Na zona oeste, o quadro se inverte: Kassab tem 18% e Marta tem 15%.
Add comment Maio 31, 2008
Kassab tem menor reprovação a seu governo
18 de maio – Folha de S.Paulo
Democrata vê desaprovação à sua administração cair de 27% para 20%, o menor índice em seus quase 26 meses como prefeito
Aprovação teve variação positiva de um ponto percentual desde o último Datafolha; 39% apontam o governo como “ótimo/bom”
DA REPORTAGEM LOCAL
A administração de Gilberto Kassab (DEM) enfrenta hoje o menor índice de reprovação já registrado em seus quase 26 meses de governo: 20%.
Segundo pesquisa Datafolha, nunca a reprovação ao governo Kassab foi tão baixa. Em março -dois anos depois de Kassab assumir a prefeitura-, 27% dos entrevistados classificavam o governo como “ruim/péssimo”. De março para cá, essa taxa sofreu uma redução de sete pontos percentuais.
A taxa de aprovação também teve variação positiva de um ponto percentual desde a última pesquisa Datafolha. Em março, a gestão Kassab obteve sua maior taxa de aprovação, 38%. Hoje, o índice dos que apontam o governo como “ótimo/bom” é de 39%.
A queda na taxa de reprovação se deve ao aumento, de 31% para 38%, dos que avaliam a administração como “regular”.
Há um ano, em março de 2007, o governo Kassab chegou a amargar 42% de reprovação.
A última pesquisa Datafolha registra um aumento de 13 pontos na aprovação à prefeitura entre os eleitores com renda familiar de cinco a dez salários mínimos, subindo de 38% para 51%. Nesse estrato, a reprovação caiu de 28% para 16%.
A aprovação ao governo sofreu, no entanto, uma queda de sete pontos entre os entrevistados com renda familiar superior a dez mínimos. Passou de 51% para 44%. Nesse segmento, a taxa de reprovação também é de 16%.
O índice de reprovação a Kassab sofreu redução de nove pontos, chegando a 20%, entre aqueles com renda familiar de até dois mínimos.
Nesse segmento, o índice de aprovação ao governo está estacionado em 35%.
Kassab conta com maior índice de aprovação -54%- entre eleitores com mais de 60 anos. É quase o dobro do registrado entre os mais jovens.
O governo é considerado “ótimo/bom” por apenas 28% dos entrevistados com idade entre 16 e 24 anos. Foi nesse segmento que a reprovação ao governo teve a queda mais expressiva: 14 pontos, passando dos 34% de março para 20%.
Segundo o Datafolha, é entre os eleitores de 25 a 34 anos que Kassab enfrenta maior reprovação: 26%.
Quando se considera a geografia da cidade, é na zona sul que Kassab tem pior performance: 26% de reprovação. Seu melhor desempenho está na zona norte: 48% de aprovação.
No centro, a taxa de reprovação ao governo chega a 11%.
A taxa de reprovação ao governo caiu oito pontos entre os entrevistados com nível médio de escolaridade. Nesse segmento, subiu de 32% para 41% o índice dos que apontam a administração como “regular”.
O governo Kassab tem hoje 47% de aprovação entre os entrevistados com nível de escolaridade superior e 40% entre os de nível fundamental.
Em uma escala de zero a dez, a nota média atribuída ao prefeito é também a maior já obtida em seu mandato: de 5,7%.
Essa avaliação não se converte necessariamente em voto: 27% dos eleitores de Marta Suplicy (PT) e 42% dos eleitores de Geraldo Alckmin (PSDB) consideram o governo Kassab “ótimo/bom”.
Add comment Maio 31, 2008
